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Como aprimorar a inteligência emocional

28 de julho de 2016 //

Você tem ideia de como está sua maturidade emocional? Os parâmetros do mercado de trabalho estão mudando. Já não importa tanto o nível de inteligência, nem a formação ou grau de especialização, mas sim a maneira como uma pessoa lida consigo mesma e com os outros. Este é o novo critério de avaliação em boa parte das corporações.

Uma pesquisa feita por Travis Bradberry, com mais de 500 mil pessoas, concluiu, após 10 anos de estudo, que apenas 36% dessas pessoas conseguem identificar suas próprias emoções. A pesquisa demonstra que essa competência, além de rara, é muito valiosa. O chamado “QE”, ou quoeficiente emocional, está ligado a 58% do sucesso profissional em qualquer carreira.

A vantagem é que esta habilidade pode ser treinada, bem como as capacidades cognitivas, potencializadas com a ginástica cerebral. Para os especialistas da área, existem quatro eixos que podem ser aprimorados. São eles: autopercepção, percepção social, autogestão e gestão de relacionamentos.

Dessa forma, listamos algumas dicas para desenvolver tais competências:

Autopercepção: tenha uma percepção sincera dos pontos fortes e das limitações pessoais. Procure uma visão clara de aspectos em que precisa melhorar e a capacidade de aprender com a experiência, isso ajuda a conhecer melhor o próprio modo de ser.

Percepção pessoal: reconheça como as emoções afetam o desempenho e a capacidade de usar os próprios valores para guiar nas tomadas de decisão.

Autogestão: em alguns casos, “deixe para depois”. Adiar uma decisão para o dia seguinte, após uma noite de sono bem dormida, pode arejar as ideias e garantir um comportamento mais tranquilo. Respire e conte até dez. atrasar sua reação emocional pode evitar desgastes desnecessários causados por uma “explosão”.

Gestão de relacionamentos: seja curioso a respeito dos outros. Se você demonstra interesse em conhecer uma pessoa, cresce exponencialmente a sua capacidade de influenciá-la no ambiente de trabalho. Explique suas decisões, não apenas tome-as. Comunicar frequentemente os motivos das suas atitudes contribui para que os outros compreendam você e se tornem seus aliados.

Além de desenvolver sua inteligência emocional, estes “pequenos passos” podem transformar o convívio com os colegas de trabalho e melhorar o desempenho nas atividades.

Ginástica cerebral para melhorar o relacionamento interpessoal

No treinamento cerebral do SUPERA, ou ginástica cerebral, os alunos desenvolvem, além das capacidades cognitivas, o relacionamento interpessoal.

“As mudanças em minha vida, estão sendo ‘mais rápidas’ do que eu esperava. Em termos de memória, trabalho em equipe, foco, estratégias e raciocínio lógico, superavam as expectativas. Com o SUPERA, melhorei em diversos aspectos a minha qualidade de vida. Obrigada”, Eliane Bergamasco, 68 anos, aluna do SUPERA São José do Rio Preto (SP).

Isso acontece, principalmente, por meio das dinâmicas em grupo e dos jogos de tabuleiro. No SUPERA, os estímulos ao cérebro são constantes e com grau de dificuldade crescente.

A ginástica cerebral é muito eficiente para pessoas de todas as idades. A prática fortalece as conexões neuronais e proporciona qualidade de vida.

Por Bárbara Rocha

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