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Como usar os jogos com seus alunos

Como usar os jogos com seus alunos

3 de março de 2016 //

Em uma época em que a interação faz parte do cotidiano das crianças e dos jovens, muitos estudiosos discutem a inclusão do dinamismo em sala de aula. Um tema recorrente em pesquisas na área educacional é a inclusão dos jogos como forma de concretizar o aprendizado e promover o desenvolvimento cognitivo. “O desenvolvimento acontece da forma como a criança interage com o meio (direta) e através do processamento mediado, em que pessoas significativas apresentam o mundo para elas. Este último é o mais comum, que pode também acontecer em sala de aula por meio dos jogos”, diz Lília Maise de Jorge, Mestre em Psicologia Escolar, Doutora em Psicologia e atua na área de Psicologia Clínica Infantil, com ênfase em Psicologia

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SUPERA participa de encontro sobre neurociência

3 de março de 2016 //

A neurociência aplicada à educação de crianças e jovens é cada vez mais vista como uma revolução para o meio educacional. Tendo em vista a importância desse assunto para o desenvolvimento dos alunos, o SUPERA Esplanada (SP) participou, no último fim de semana, do 7º Encontro de Psicopedagogia Clínica e Institucional, com o tema “Psicopedagogia e Neurociência”. Promovido pela UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba), alunos, professores e profissionais da área social, educação e saúde puderam assistir e participar de palestras e workshops ministrados por especialistas sobre os estudos do funcionamento do cérebro, desenvolvimento cognitivo e contribuições da psicopedagogia para o aprendizado. Ao todo, mais de 150 pessoas estiveram presentes durante os dois dias de evento. Na abertura do encontro,

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Neuroeducação é tema de entrevista

3 de março de 2016 //

O blog “SAIA Educando”, escrito por Bruno Saia, publicou uma entrevista com o presidente do SUPERA, Antônio Carlos Guarini Perpétuo. A entrevista abordou desde a ideia de como surgiu a metodologia e como funciona a aplicação do Projeto Neuroeducação. A proposta do SUPERA Neuroeducação é tirar o cérebro da zona de conforto, aumentando a qualidade e a quantidade de sinapses, e desenvolvendo novas redes neurais. Assim, as instituições de ensino garantem o desenvolvimento cognitivo dos alunos, formando futuros profissionais capacitados para enfrentar o mercado de trabalho. As escolas receberão o material didático completo e de acordo com a série da turma que receberá o treinamento cerebral. O suporte também é garantido, desde treinamentos com especialistas da rede SUPERA, até acompanhamento

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Medo da matemática

29 de janeiro de 2016 //

Para muitas crianças, a palavra “matemática” provoca emoções que variam de ansiedade a desgosto ou medo. Esses sentimentos criam uma barreira e impedem muitos alunos de estudar disciplinas desafiadoras, como a própria matemática. De acordo com alguns pesquisadores, crianças começam a ter medo da matemática a partir do momento em que fracassam em tarefas envolvendo aritmética. Por isso, é tão importante que professores ofereçam retorno imediato e avaliação contínua depois de cada lição (elaborada com perguntas, exercícios e desafios). O objetivo é esclarecer equívocos e dúvidas antes de passar para a próxima fase, ao invés de testar a classe inteira depois de uma semana, por exemplo. Em 2012, um estudo que examinou tomografias do cérebro de crianças de 7 a

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Projeto Neuroeducação para o Ensino Médio

29 de janeiro de 2016 //

O Projeto Neuroeducação, metodologia desenvolvida pelo SUPERA voltada exclusivamente para escolas públicas e particulares, atende mais de 200 alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Escola Regina Servita Pacis, em Carangola (MG). Em 2016, a turma do 1º ano do Ensino Médio se integra as aulas de desenvolvimento cognitivo. A escola implantou o Projeto Neuroeducação em fevereiro de 2014. A coordenadora pedagógica, Rozely Cândida, já notou a diferença nos alunos, principalmente em relação ao comportamento em sala. “Mesmo com alguns desafios em calcular com o ábaco, todos se superam a cada semana. Os alunos estão mais interessados e mais responsáveis com as lições de casa”, diz Rozely. A partir de março, os alunos do 1º ano do

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Melodia para o cérebro

13 de agosto de 2015 //

Com as facilidades tecnológicas, a neurociência está conseguindo comprovar que o conhecimento musical provoca alterações estruturais no cérebro e que, de fato, trazem ganhos importantes em outras áreas intelectuais. Ao mesmo tempo, a música pode ser uma forte aliada no ensino as crianças. Ao ouvir atentamente uma música, ativa-se diversas áreas do cérebro ao mesmo tempo, num exercício prazeroso que finalmente vem ganhando reconhecimento por sua função terapêutica em vários tipos de situações. Se escutar já traz vantagens, os ganhos de se aprender um instrumento são imensamente superiores e definitivos. Um dos mais recentes estudos que comprovam esses ganhos foi realizado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Vermont, nos Estados Unidos, com 232 crianças entre 6 e 18 anos.

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Os estímulos na infância

24 de julho de 2015 //

Habilidades cognitivas não só podem como são efetivamente desenvolvidas desde a educação infantil. Nesse âmbito, a escola vem mudando seu paradigma. O que se espera das instituições de ensino é o acolhimento à diversidade, a construção da aprendizagem por meio de múltiplas linguagens, a integração entre as pessoas, o olhar atento ao outro na perspectiva da solidariedade, a troca de saberes e a cooperação. Hoje, cabe à escola a formação integral do indivíduo. Sendo assim, as habilidades cognitivas estão cada vez mais inseridas como um complemento de ensino desde a educação infantil. A primeira infância é um período de crescimento em que os canais de aprendizagem estão todos abertos. Por ser o primeiro espaço que as crianças convivem fora do

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Tendências de treinamento cerebral chegam ao Brasil

8 de julho de 2015 //

O diretor geral do grupo SBT (Scientific Brain Training) e membro da Associação Francesa de Interação Humana-Máquina (AFIHM), o francês Franck Tarpin-Bernard, chega ao Brasil nesta segunda-feira (13/07) e traz as inovações do universo do “brain training”, ou treinamento cerebral. Em sua primeira visita ao SUPERA, Bernard vai conhecer de perto a metodologia dos exercícios para o cérebro na modalidade presencial e a aplicação da ferramenta de jogos online, desenvolvida pelo próprio centro de pesquisas em neurociências (SBT) com sede em Lyon, na França. “A expectativa é grande para a visita de Bernard. Além de aprimorar nossas ferramentas online, essa troca de experiências vai trazer o que há de mais inovador no ramo educacional na Europa em relação ao desenvolvimento

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