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Como melhorar a concentração dos seus alunos

31 de março de 2016 //

Quantas vezes você percebeu que o seu aluno estava com a cabeça em outro lugar? Ele tem dificuldade de se concentrar nas atividades? As respostas para essas perguntas giram em torno de uma habilidade básica que determina nossa relação com o meio: a concentração. Com tantas distrações, inclusive as tecnológicas, é cada vez mais desafiador reter a atenção do estudante. Desse modo, é possível reservar recursos mentais para orientar a atividade e fazê-los focar apenas no que estão fazendo, estudando, lendo, ouvindo ou pensando. Para melhorar a concentração, uma solução geral é manter o cérebro saudável. Isto pode ser feito através da adesão aos principais pilares da saúde do cérebro e sua manutenção: dieta equilibrada, exercício físico, desenvolvimento cognitivo, gerenciamento

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A importância da neuroaprendizagem

17 de março de 2016 //

O SUPERA Neuroeducação entrevistou essa semana Solange Jacob, Diretora Pedagógica Nacional do SUPERA e mestranda em Processos Cognitivos pela Universidade de Validolid, Espanha, sobre neuroaprendizagem: Como podemos definir o conceito de neuroaprendizagem? A Neuroaprendizagem é a aprendizagem baseada no cérebro, aos assuntos ligados à cognição: funções executivas como a linguagem, memória de trabalho, flexibilidade mental, controle inibitório, memória, tomada de decisão, foco atencional, abstração, planejar e coordenar comportamentos, capacidade empática, capacidade de se automonitorar, entre outros. Quais regiões do cérebro são estimuladas durante o processo de neuroaprendizagem? Como cada uma delas age nesse momento? Para aprender, são necessárias inúmeras conexões neurais em que o cérebro funciona como uma orquestra para acessar a informação que é estocada em múltiplas áreas. A

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Como usar os jogos com seus alunos

3 de março de 2016 //

Em uma época em que a interação faz parte do cotidiano das crianças e dos jovens, muitos estudiosos discutem a inclusão do dinamismo em sala de aula. Um tema recorrente em pesquisas na área educacional é a inclusão dos jogos como forma de concretizar o aprendizado e promover o desenvolvimento cognitivo. “O desenvolvimento acontece da forma como a criança interage com o meio (direta) e através do processamento mediado, em que pessoas significativas apresentam o mundo para elas. Este último é o mais comum, que pode também acontecer em sala de aula por meio dos jogos”, diz Lília Maise de Jorge, Mestre em Psicologia Escolar, Doutora em Psicologia e atua na área de Psicologia Clínica Infantil, com ênfase em Psicologia

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Medo da matemática

29 de janeiro de 2016 //

Para muitas crianças, a palavra “matemática” provoca emoções que variam de ansiedade a desgosto ou medo. Esses sentimentos criam uma barreira e impedem muitos alunos de estudar disciplinas desafiadoras, como a própria matemática. De acordo com alguns pesquisadores, crianças começam a ter medo da matemática a partir do momento em que fracassam em tarefas envolvendo aritmética. Por isso, é tão importante que professores ofereçam retorno imediato e avaliação contínua depois de cada lição (elaborada com perguntas, exercícios e desafios). O objetivo é esclarecer equívocos e dúvidas antes de passar para a próxima fase, ao invés de testar a classe inteira depois de uma semana, por exemplo. Em 2012, um estudo que examinou tomografias do cérebro de crianças de 7 a

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Como lidar com aluno ansioso

7 de janeiro de 2016 //

Crianças que sofrem de ansiedade geralmente não costumam ser vistas como um problema na escola. Para o psicólogo americano Phillip Kendall, pais e professores devem prestar atenção aos sinais de altos níveis de ansiedade para evitar depressão e transtornos psicológicos na vida adulta. Para o especialista, saber identificar um estudante ansioso requer muita atenção, porque o aluno moderadamente ansioso costuma ser bom aluno: tira notas boas, são motivados e obedientes. Uma forma de identificar um caso de ansiedade extrema é estar atento ao que a criança evita, como por exemplo quando o medo se torna uma justificativa para não realizar alguma atividade. Para se relacionar melhor com estes alunos, um bom caminho é oferecer-lhes oportunidades de serem mais corajoso. O

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Trabalho noturno causa danos ao cérebro

3 de dezembro de 2015 //

Um estudo recente da Universidade de Toulouse (França) e Swansea (Reino Unido) comprovou que trabalhar em horários “antissociais” pode envelhecer o cérebro em até seis anos e diminuir a capacidade intelectual. A pesquisa, que foi publicada na revista Occupational and Environmental Medicine, afirma que este envelhecimento aconteceu em casos de pessoas que trabalharam durante dez anos em horários instáveis. Os pesquisadores avaliaram cerca de três mil franceses, as quais foram submetida a testes de memória, velocidade de pensamento e capacidade cognitiva. Quem havia trabalhado mais de dez anos em turnos instáveis obteve resultados comparáveis a uma pessoa seis anos e meio mais velha. De acordo com os especialistas, isso acontece porque o relógio biológico do corpo é projetado para que

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Ler: uma revolução no cérebro

20 de novembro de 2015 //

Um grupo de pesquisadores liderado pelo neurocientista Maximilian Riesenhuber, do Centro Médico da Universidade Georgetown, observou o cérebro de 12 indivíduos por meio de exames de ressonância magnética funcional (fMRI). Eles se concentraram numa pequena região envolvida no reconhecimento de símbolos linguísticos, conhecida como “área da forma visual das palavras” (VWFA), localizada na superfície cerebral, atrás da orelha esquerda. A VWFA análoga no hemisfério direito é a região facial fusiforme, que nos permite reconhecer faces. Em crianças pequenas e pessoas analfabetas, ambas as regiões respondem a rostos. À medida que aprendemos a ler, a área VWFA é incorporada para o reconhecimento das palavras. Os pesquisadores apresentaram aos participantes uma série de termos reais e inventados. As palavras sem sentido ativaram

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Neurociência como ferramenta de ensino

9 de outubro de 2015 //

Em entrevista de páginas amarelas publicada pela Revista Veja, Stephen Kosslyn, um dos grandes pesquisadores na área da neurociência, afirma que “a inteligência pode ser dramaticamente ampliada” e que a universidade do futuro não é fundamentada em livros, mas em ferramentas cognitivas que dão aos alunos bagagem intelectual para o sucesso. Estudos de neurocientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), e com pesquisadores da Universidade de Harvard, mostram que mesmo as instituições de alto desempenho não influenciam na capacidade dos alunos de analisar problemas abstratos e pensar logicamente. Para o neurocientista, bons resultados em testes de conhecimento de matemática e ciência, por exemplo, não significam que os estudantes estejam desenvolvendo a memória de trabalho, a velocidade de processamento de informações

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5 Passos para implantar o Projeto Neuroeducação na sua escola

24 de setembro de 2015 //

Aprender vai muito além do que acertar a alternativa na hora da prova. Para fixar um conteúdo na memória é necessário treinar a mente para manter-se focado nos exercícios. E com alunos mais concentrados e confiantes, o desempenho melhora como um todo. Para isso, a neuroeducação surge com o objetivo de proporcionar um melhor entendimento dos processos de ensino e de aprendizagem. Com isso, é possível promover também o processo de ensino para os docentes. Em algumas instituições brasileiras, esse conceito já está incorporado nas salas de aula com o SUPERA Neuroeducação. Como forma de proporcionar momentos ricos para o desenvolvimento cognitivo e para as habilidades socioemocionais, alunos a partir dos quatro anos de idade podem exercitar o cérebro. Toda

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O que funciona para aprender

3 de setembro de 2015 //

Aprender é expandir limites, desvendar mistérios. O aprendizado traz em si algo de transformador e cheio de possibilidades. Apesar disso, a fixação de conteúdos nem sempre é um processo tranquilo. Por exemplo, dificilmente encontra-se crianças e adolescentes estudando por conta própria e, mesmo para adultos essa tarefa muitas vezes é complicada. Algumas técnicas de estudo ajudam a aprender mais rápido, enquanto outras só fazem perder tempo. Um estudo mapeou os melhores caminhos para adquirir conhecimento. Para enfrentar esse desafio, pesquisadores analisaram cerca de 700 artigos científicos. Estudantes também foram entrevistados a respeito dos métodos usados com maior frequência por eles. Os pesquisadores identificaram duas técnicas que demonstraram resultados concretos e contínuos. Confira: Autoavaliação – geralmente, esses métodos incluem responder perguntas

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