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Como melhorar a memória de trabalho dos alunos

15 de setembro de 2016 //

Seu aluno tem dificuldades para manter uma certa quantidade de informações em foco, assim como trabalhar com essa informação? Se a resposta for sim, ele pode ter dificuldades em relação à memória de trabalho. Esse tipo de memória conserva por alguns segundos as informações dos elementos acessíveis e úteis a uma determinada atividade. Além disso, a memória de trabalho é necessária para realizar tarefas cognitivas, tais como estabelecer uma relação entre dois assuntos, fazer cálculos apenas com a mente e estabelecer uma ordem de prioridade entre várias tarefas. De acordo com a psicopedagoga e especialista em jogos Lilia Maíse de Jorge, a memória de trabalho não deixa arquivos armazenados permanentemente. “A memória de trabalho é utilizada para recordar palavras lidas

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O desenvolvimento cognitivo no cérebro

31 de agosto de 2016 //

De acordo com especialistas em mediação da aprendizagem, pais e educadores precisam estar conscientes do papel fundamental que desempenham em auxiliar o desenvolvimento cognitivo de uma criança. A teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural, defendida por Reuven Feuerstein, professor e psicólogo reconhecido mundialmente, caracteriza-se pela qualidade da interação entre seres humanos como pais, professores ou pessoas que interpõem-se entre um indivíduo e um estímulo do ambiente, a fim de assegurar que o estímulo seja compreendido e integrado na estrutura mental do indivíduo. O psicólogo, escritor e mestre em educação Marcos Meier, aposta numa postura que provoque a autonomia do aluno. “Aquele professor que enche o quadro e pede ao aluno para copiar não funciona mais. Nós precisamos de um professor que

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Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural

22 de agosto de 2016 //

O início dos trabalhos do psicólogo Dr. Feuerstein em Israel, em 1958, partiu da necessidade de integrar jovens, adolescentes, crianças e adultos que chegaram como imigrantes de vários países europeus e também do Oriente Médio e que manifestavam grandes dificuldades a mudar e a aprender. Na interação de Feuerstein com estes, ele sentiu que existia um potencial interno, que por vários motivos não se manifestavam exteriormente. Indagou-se na época, porque certas pessoas que têm bom potencial de aprendizagem ou bom funcionamento mental, não conseguem converter esse potencial num funcionamento exteriorizado e perceptivo. Essas pesquisas levaram Feuerstein e seus colaboradores a desenvolverem a seguinte teoria: Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural (MCE), onde se descreve a capacidade que o organismo humano possui

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Como aprimorar a inteligência emocional

28 de julho de 2016 //

Você tem ideia de como está sua maturidade emocional? Os parâmetros do mercado de trabalho estão mudando. Já não importa tanto o nível de inteligência, nem a formação ou grau de especialização, mas sim a maneira como uma pessoa lida consigo mesma e com os outros. Este é o novo critério de avaliação em boa parte das corporações. Uma pesquisa feita por Travis Bradberry, com mais de 500 mil pessoas, concluiu, após 10 anos de estudo, que apenas 36% dessas pessoas conseguem identificar suas próprias emoções. A pesquisa demonstra que essa competência, além de rara, é muito valiosa. O chamado “QE”, ou quoeficiente emocional, está ligado a 58% do sucesso profissional em qualquer carreira. A vantagem é que esta habilidade

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SUPERA lança manual sobre cérebro saudável

11 de julho de 2016 //

Envelhecer com qualidade de vida requer cuidados especiais com a saúde do corpo e do cérebro. O estilo de vida que você adota ao longo da vida tem impacto considerável sobre o seu processo de envelhecimento. Para que você continue vivendo bem, o SUPERA preparou um manual com dicas de hábitos saudáveis para você colocar em prática. Neste manual para a terceira idade, você vai perceber que, mesmo com as alterações do organismo comuns ao envelhecimento, você pode manter uma vida ativa e saudável. Que atividades você deve praticar para envelhecer bem, que cuidados pode ter com o seu cérebro, que médicos deve procurar aos 60 anos e qual a alimentação adequada para ter corpo e mente sãos. O SUPERA,

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Jogos online podem alterar o funcionamento do cérebro?

27 de junho de 2016 //

Abusar dos jogos na internet pode ter várias consequências para o cérebro, tanto positivas quanto negativas. De acordo com estudo publicado no dia 21 de dezembro de 2015 pela Addiction Biology, o cérebro dos adolescentes viciados nos jogos on-line sofre mudanças significativas. Não há, por ora, consenso sobre a presença de alterações cerebrais associadas aos jogos na internet. Para este estudo, resultado de uma colaboração entre a Universidade da Utah School of Medicine (EUA) e a Universidade Chung-Ang (Coreia do Sul), os pesquisadores praticaram uma ressonância magnética em 78 garotos de 10 a 19 anos diagnosticados como dependentes aos jogos on-line (IGD=Internet Gaming Disorder). As imagens obtidas foram comparadas às de ressonâncias magnéticas realizadas em 73 garotos sem IGD. Os

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Atleta brasileira pratica ginástica cerebral

13 de junho de 2016 //

Apaixonada por esportes desde pequena, Fernanda Venturini trilhou uma carreira brilhante no vôlei brasileiro. Foram 25 anos de dedicação, com passagens marcantes pela Seleção Brasileira. Mesmo tendo sofrido lesões no joelho e enfrentado uma hérnia cervical, continuou treinando. Sempre determinada e atenta à saúde, hoje ela se dedica ao ciclismo e pratica ginástica cerebral. A atleta, com 45 anos, vinha apresentando falhas frequentes de memória, em decorrência de uma menopausa precoce. Há um ano, ela exercita o cérebro no curso SUPERA de Copacabana, na Cidade Maravilhosa. Em entrevista exclusiva concedida na quinta-feira (02/06) ao Portal SUPERA, Fernanda disse ter se surpreendido ao perceber que a ginástica cerebral pode ser praticada por pessoas de todas as idades. “Já vi uma aluna

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O dom da matemática pode ser encontrado no cérebro?

30 de maio de 2016 //

O cérebro de grandes matemáticos como Albert Einstein, Alan Turing e Cédric Villani são diferentes dos nossos? A resposta parece ser não. A diferença está na forma como eles usam seus cérebros. De acordo com um estudo recente, especialistas em matemática usam determinadas áreas do cérebro que permanecem inativas em “novatos”. A origem da capacidade do cérebro humano para a matemática ainda é debatida. Algumas teorias sugerem que a base deste conhecimento encontra-se nos circuitos cerebrais que envolvem números; outras hipóteses afirmam que isso está relacionado ao processamento da linguagem. A fim de determinar a origem das habilidades matemáticas e os sistemas subjacentes do cérebro, dois pesquisadores em neuroimagem cognitiva, M. Amalric e S. Dehaene, da Inserm-CEA (França), registraram a

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Os 4 pilares da educação

24 de maio de 2016 //

Em 1999, o professor, político e econômico francês Jacques Delors, elaborou um relatório intitulado “Educação: um Tesouro a Descobrir”, que elenca quatro aprendizagens fundamentais para o desenvolvimento cognitivo e social que devem nortear a educação no século XXI. Os quatro pilares, aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser caracterizam-se por contemplar questões cognitivas, assim como questões do relacionamento humano. Os dois primeiros pilares remetem a questões mais específicas sobre processo de produção de conhecimento, enquanto os outros encerram uma dimensão que está relacionada ao papel do cidadão e o objetivo de viver. Delors (1998) aponta como principal consequência da sociedade do conhecimento a necessidade de uma aprendizagem ao longo de toda vida, fundamentada em

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Um curso para ajudar no desenvolvimento cognitivo

29 de abril de 2016 //

De acordo com a ciência, nos primeiros oito anos de vida, são formadas 80% das conexões neurais. É um momento muito rico para estimular o desenvolvimento cognitivo do seu filho. Dessa forma, muitos pais procuram cursos extracurriculares para promover o bom desempenho da criança. Um estudo feito pela Sociedade para Pesquisa do Desenvolvimento da Criança, nos Estados Unidos, mostrou que enquanto 40% dos meninos e meninas entre 5 e 18 anos não tinham nenhuma atividade fora da escola, entre 3% e 6%, gastavam vinte horas por semana em cursos e aulas antes ou depois do horário escolar. Não por acaso, eram justamente esses últimos os que demonstravam melhor preparo educacional e psicológico. Estimular o raciocínio significa aprimorar o desenvolvimento cognitivo

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